domingo, 3 de novembro de 2013

Conjunções Coordenativas




A conjunção é a palavra que liga duas orações ou termos de mesma função na oração. Quando a conjunção exerce seu papel de ligar as orações, estabelece entre elas uma relação de coordenação ou subordinação.
As orações coordenadas são independentes entre si, ou seja, possuem significado singular, mesmo que ligadas pela conjunção. Veja o exemplo:

A lua surgiu e as estrelas inundaram o céu de luz.As duas orações estão ligadas pela conjunção e e não têm relação de dependência entre si. Então, a primeira oração (A lua surgiu) tem sentido completo e independe da segunda (As estrelas inundaram o céu de luz) para tê-lo; e assim também é a segunda em relação à primeira.
Duas ou mais orações que mantêm independência entre si chamam-se coordenadas, e consequentemente, a conjunção que liga tais orações é denominada conjunção coordenativa.
A conjunção coordenativa também ocorre quando duas palavras são ligadas na mesma oração. Veja o exemplo:

Ele venderá brinquedos ou revistas.Observe que a conjunção ou está ligando duas palavras: brinquedos e revistas, as quais exercem o mesmo papel de objeto direto na oração.
Podemos classificar as conjunções coordenativas em:

• aditivas - exprimem ideia de adição, soma: e, não só, mas também, nem (= e não) etc.;
Exemplos: Fui à escola e joguei bola.
Não fui à escola nem joguei bola.

• adversativas – exprimem ideia de contraste, oposição: mas, porém, contudo, no entanto, entretanto, etc.;
Exemplos: Fui à escola, porém não levei meu caderno.
Fui à escola, no entanto, não prestei atenção nas explicações.

• alternativas – exprimem ideia de alternância ou exclusão: ou, ou...ou, ora...ora, etc.;
Exemplos: Ou estudo para a prova, ou tiro nota baixa.
Ora como fastfood, ora me alimento bem.

• conclusivas – exprimem ideia de conclusão: pois, logo, portanto, por isso, etc.;
Exemplos: Pratiquei exercícios físicos, por isso me senti muito melhor.
Aquele medicamento é tarja preta, logo, deve ser vendido somente com receita.

• explicativas – exprimem ideia de explicação: porque, que, etc..
Exemplos: Ele deve ter saído da escola, pois não veio mais.
Não quero mais comer, porque estou satisfeito.

O TEXTO NARRATIVO

O texto narrativo tem três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão:
- Introdução: Apresenta as personagens, localizando-as no tempo e no espaço.
- Desenvolvimento: Através das ações das personagens, constrói-se a trama e o suspense que culmina no clímax.
- Conclusão: Existem várias maneiras de se concluir uma narração. Esclarecer a trama é apenas uma delas.
O que se pede:
Imaginação para compor uma história cativante que entretenha o leitor, provocando expectativa. Pode ser romântica, dramática ou humorística.
Elementos básicos da narrativa: Depois de escolher o tipo de narrador que vai utilizar, é necessário ainda conhecer os elementos básicos de qualquer narração.
Todo o texto narrativo conta um fato que se passa em determinado tempo e lugar. A narração só existe na medida em que há ação; esta ação é praticada pelos personagens.

Um fato, em geral, acontece por uma determinada causa e desenrola-se envolvendo certas circunstâncias que o caracterizam. É necessário, portanto, mencionar o modo como tudo aconteceu detalhadamente, isto é, de que maneira o facto ocorreu. Um acontecimento pode provocar consequências, as quais devem ser observadas.
• Fato - o que se vai narrar (O quê?)
• Tempo - quando o fato ocorreu (Quando?)
• Lugar - onde o fato se deu (Onde?)
• Personagens - quem participou ou observou o ocorrido (Com quem?)
• Causa - motivo que determinou a ocorrência (Por quê?)
• Modo - como se deu o fato (Como?)
• Conseqüências – Geralmente provoca determinado desfecho.
Após definir os elementos da narrativa, basta organizá-los para elaborar uma narração.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Artigo de Opinião

Tema: Meio Ambiente, Salvar o Planeta

Antes de querer salvar, temos de nos conscientizar
Salvar o planeta? Sim, todos queremos. E para resolver isso, simplesmente
precisamos diminuir a queima de combustíveis fósseis, parar com o funcionamento
de algumas fábricas, reciclar o lixo, dentre tantas outras soluções.
Mas falar é fácil, o problema verdadeiro é como fazer isso. Tudo seria mais
fácil se as pessoas se conscientizassem. Medidas vêm sendo tomadas para conter a
poluição, mas sem a ajuda da população, que é o fator mais importante, fica muito
mais complicado.
Num mundo onde as pessoas escolhem o dinheiro em vez do meio ambiente, a
situação fica cada vez mais difícil. Entre fechar uma de suas fábricas para ajudar a
natureza e mantê-la para conseguir mais poder, todos preferem continuar com suas
indústrias.
Então, todos nós temos de nos empenhar e ajudar, depois sim, pensarmos em
salvar o planeta. Sozinhos nunca conseguiremos, juntos, quem sabe, portanto, a união
pode ser a verdadeira chave para a solução dos nossos problemas. E é bom não
demorar, pois quanto mais cedo agirmos, maiores serão as chances de revertermos
essa situação.

Aluno: Andrei Balbo nº 39

Disponível em: http://www.snvalbericosilva.seed.pr.gov.br/redeescola/escolas/20/2390/282/arquivos/File/PDE/Andrey%20Balbo.pdf

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Artigo de opinião


A importância das novas tecnologias como ferramenta ancilar à prática educativa docente


As novas tecnologias são uma realidade indubitável hoje no nosso mundo globalizado, elas estão em nossa realidade diária e são produtos de pesquisas acadêmicas e cientificas nas grandes universidades ao redor do globo. Não podemos mais negar a realidade da influência das novas tecnologias no trabalho, nas relações sociais, na educação de nossos filhos e nos meios de comunicação. Hoje convivemos com a multimídia, com a internet, com a televisão digital, com as enciclopédias virtuais, com as redes sociais, com a robótica e com o que chamamos de aldeia global por causa das novas tecnologias de informação. Dentro desta realidade cibernética, fazemos a seguinte pergunta: como as novas tecnologias da informação podem nos auxiliar na formação de nossos educandos em um mundo globalizado?

Os Parâmetros Curriculares Nacionais propõem os quatro pilares para a educação do futuro: aprender a conhecer, aprender a ser, aprender a fazer e aprender a conviver – dentro destes quatro pilares temos a oportunidade de usar as novas tecnologias como auxiliar ao ensino e aprendizagem de nossos educandos numa mediação continua de conhecimentos. É realidade que tudo se moderniza; as relações bancárias, as relações familiares, os novos conceitos de famílias, a mídia em geral, mas a instituição escola parece ainda estar nos postulados de uma educação antiga idealizada no século dezenove e que ainda se atém ao uso do giz e da lousa como instrumento auxiliar a educação de nossos jovens. É importante quebrar paradigmas neste processo, é necessário entender que devemos, nós, educadores, gestão e alunos estarmos abertos aos novos instrumentos educativos e tecnológicos que servem como ferramentas para inserir-nos no novo mundo que se abre no início do século XXI. Baseado nos pilares da educação, devemos aprender a aprender, que significa um “savoir-faire”, ou seja, um saber fazer; e as novas tecnologias podem e muito instrumentalizar os educandos a aprender a conhecer de forma divertida inserindo o estudante no mundo das novas tecnologias – o mundo da informação. Assim, os educadores devem se familiarizar com as novas tecnologias uma vez que muitos dos nossos alunos estão se familiarizando mais rapidamente com o novo, com as novas tecnologias, muitas vezes sabendo mais do que os professores sobre os softwares, os programas digitais e os instrumentos presentes nas mais variadas formas de novas tecnologias.
Em um ambiente escolar como as escolas estaduais paulistas, temos a oportunidade, através do ambiente de sala de aula chamado “Acessa escola”, de aprender a aprender usando as novas tecnologias de informação. O ambiente “Acessa Escola” é lugar privilegiado de aprendizagem de novas tecnologias, de encontro pessoal do professor e do educando com os mais variados textos, vídeos e hipertextos. Neste ambiente de acesso a internet, o professor e os alunos podem, em conjunto, saírem do ambiente tradicional da sala constituído somente do giz, da lousa e das cadeiras e podem explorar juntos os mais variados recursos da internet e das tecnologias de comunicação. Deve, o professor que não está habituado a estas novas tecnologias, quebrar seus próprios paradigmas herdados muitas vezes de uma educação tradicional e vertical proveniente da academia e deve ele, o professor, se inserir neste mundo de informação horizontal, muitas vezes não acadêmico, mas dinâmico ensinando o educando a filtrar as informações presentes no mundo virtual. É necessário ressaltar que o mundo virtual não produz conhecimento, na verdade, o mundo virtual, a internet como um todo, nos facilita o acesso às mais variadas informações verídicas ou não; logo, a internet não produz conhecimento; este é produzido pela práxis educativa na mediação de conhecimentos do aluno sendo o professor o mediador do conhecimento. O mesmo conhecimento é um saber produzido pelos seres humanos, e a internet não tem este poder de produzir conhecimento crítico. Assim, podemos dizer que as tecnologias jamais substituirão o professor em seu papel de mediador e indagador dos processos de produção de saberes adquiridos pela humanidade.

Concluindo, devemos valorizar o espaço “Acessa escola” como ambiente de pesquisa, de diálogo dos educandos com as novas tecnologias, de entretenimento através da pesquisa e acesso às redes sociais, pois a internet permite aos jovens e adolescentes o acesso aos diferentes relacionamentos constituindo um espaço tão importante para os adolescentes que veem no relacionamento com os seus pares um momento tão importante para o seus desenvolvimentos cognitivos, emocionais e afetivos. O “Acessa escola” pode ser um momento de aprendizagem para ambos – professores e alunos. A resistência do professor às novas tecnologias pode ser uma problemática que se coloca contra a oportunidade do uso de novas tecnologias pelos educandos. Fazer o professor e os alunos entenderem que as novas tecnologias são ferramentas auxiliares ao processo de ensino e aprendizagem, é um desafio da gestão, dos professores e da comunidade. O “Acessa escola” vem auxiliar no processo de ensino e aprendizagem dos educandos.     


Cristiano Lima
Professor/Tradutor

Artigo de Opinião


Conferência do Meio Ambiente


As questões ambientais como processo de discussão entre pessoas, comunidades, sindicatos, universidades, países e instituições internacionais é uma premissa que não se faz ignorar. Com o advento do Renascimento, a expansão das grandes navegações, o estabelecimento do capitalismo, da modernidade e da pós-modernidade, faz-se necessária uma indagação – como nosso estilo de vida consumista e hedonista pode prejudicar o mundo em que vivemos? Vivemos em um mundo perigoso, um mundo onde se vive com as tensões entre o global e o local, o universal e o singular, a cultura e a modernização, o instantâneo e o durável, o espiritual e o material. Neste mundo cheio de quebras de paradigmas, temos nós a certeza indubitável de que os recursos naturais do nosso planeta não são eternos, pois os nossos recursos são a matéria prima de um planeta global, onde tudo é interligado de forma complexa e simples, onde nada está separado, onde vivemos em um espírito de interdependência com a raça humana nas suas mais variadas formas de expressão cultural e expressão humana. Entramos em um século perigoso, um tempo onde carecemos de paradigmas e exemplos, uma época onde a indústria armamentista é uma realidade, um tempo onde as guerras continuam, onde a humanidade tem o poder de acabar consigo mesma através do poderio atômico da guerra. As potências atuais como os Estados Unidos da América e Rússia convivem com um arsenal atômico preocupante. Com o fim da URSS, muitos armamentos de guerra ficaram nas mãos dos novos países criados ou foram comercializados com grupos terroristas ao redor do globo. A fome é outra problemática do mundo, pois vivemos em uma civilização onde cerca de um bilhão de pessoas vivem com a realidade de algum tipo de fome. Assim, a Conferência do Meio Ambiente tem papel importante na conscientização da realidade da fome no mundo.

A respeito da temática da fome, temos a Escola Estadual Gregório Bezerra e seus nonos anos que se envolveram e promoveram na Conferência do Meio Ambiente uma palestra sobre a fome no mundo e o que podemos fazer para diminuir a situação da fome em nosso planeta. É realidade certa que a humanidade passa algum tipo de fome, seja esta a fome oculta ou a fome aberta. Fome oculta é o termo que se usa para determinar quando uma pessoa come somente o básico necessário para sua subsistência faltando a ele algum tipo de vitamina ou proteína provocando na pessoa o que é chamado de subnutrição, ou seja, a pessoa não ingere os nutrientes diários necessários para a sua sobrevivência. Fome aberta é o termo que se dá às catástrofes que provocam em uma população a total ausência de alimentos, onde o indivíduo não tem a possibilidade de se alimentar levando esta pessoa ao óbito – essa situação de fome aberta ocorre muitas vezes em situações de guerras entre países, catástrofes ambientais ou guerra civil. Os alunos dos nonos anos fizeram pesquisas sobre essa problemática. Eles desenvolveram uma palestra de conscientização e através da tecnologia apresentaram para os pais, mães, responsáveis e comunidade, uma demonstração, através de slides, sobre o que é a fome no mundo e suas consequências políticas nas nações. Os educandos aprenderam que a fome não é uma questão fatídica, mas a mesma é um resultado da má distribuição dos recursos alimentícios ao redor do mundo de forma igualitária para todos. Os alunos viram onde a fome é mais endêmica, mais profunda e aprenderam de forma consciente que o desperdício pode ser considerado um ato não ético no mundo atual. A Conferência do Meio Ambiente, logo, tem papel profundo ao abranger questões importantes que se atrelam às demandas ambientais: guerra, desperdício, sustentabilidade e fome...
Com essa situação vivida em pleno século XXI, faz se necessária uma educação que contemple a temática ambiental em suas mais variadas nuances: uma educação voltada para a paz, voltada para a valorização das culturas regionais, uma educação voltada para a valorização das minorias, voltada para a sustentabilidade, voltada para a reflexão sobre o papel da humanidade neste planeta chamado Terra. Assim, é necessário ressalvar a importância da escola como espaço reflexivo das problemáticas ambientais, e a Conferência do Meio-Ambiente tem real importância para uma prática reflexiva e pragmática sobre as necessidades de mudanças no nosso estilo de vida conscientizando-nos para uma melhor relação entre os seres humanos e o ambiente natural onde esta mesma humanidade vive. A Conferência do Meio-Ambiente tem a possibilidade de reunir docentes, estudantes, gestão e comunidade para discussão profunda através de oficinas, palestras e reunião de grupos sobre os problemas ambientais locais da comunidade e globais do nosso mundo; logo, esta conferência é importante para a escola e para a comunidade.

Concluindo, devemos valorizar as problemáticas ambientais como sendo nossa responsabilidade, de todos nós. Devemos promover uma educação constante baseada na ação – reflexão – ação de todos aqueles que pertencem à nossa comunidade ao longo de todo o ano letivo e a Conferência do Meio-Ambiente deve ser o ápice de todo um trabalho de pesquisa e estudos realizados ao longo do ano acadêmico. Só com um trabalho prático de reflexão poderemos construir uma sociedade mais holística, menos hedonista, onde os recursos naturais e a vida em suas mais variadas formas não sejam olhadas mais como bens de consumo – onde a espécie humana seja uma espécie que cuide do globo, pois este planeta é a nossa casa.   



Cristiano Lima
Professor/Tradutor

terça-feira, 18 de junho de 2013

Trocando experiência e enriquecendo a prática...

Segue logo abaixo a sequência didática elaborada pelo meu grupo. Espero que possamos trocar experiências e enriquecer nossas práticas em sala de aula.



Texto Avestruz (Mário Prata)

 “Percepção das relações de intertextualidade, percepção das relações de interdiscursividade.”

Objetivo especifico: Conhecer as características fundamentais do gênero crônica, utilizando-se de recursos da intertextualidade.

Público alvo: 6º ano
Módulo 1

Apresentação da situação:
-Leitura compartilhada do texto, com a disposição dos alunos em dupla;
- Verificar palavras desconhecidas como: gigolô, TPM...
-Afixar imagens dos animais que aparecem no texto na lousa para dialogar, com o objetivo de fazer um levantamento prévio dos conhecimentos já adquiridos pelos alunos com o que está sendo apresentado;

Módulo 2

- Entender a intertextualidade;
- Apresentar músicas que abordem características do avestruz e dos demais animais que aparecem no texto;
- Realizar questionamentos sobre as conseqüências da troca do avestruz por outros animais (gaivotas e urubu).

Módulo 3

Produção textual
- Construir um quadro coletivo com o habitat e hábitos alimentares;
- Em duplas reescrever o texto substituindo o avestruz pelo o urubu e as gaivotas (fazendo as adequações necessárias);
- Cada dupla fará a leitura do seu texto com autocorreção, seguindo critérios estudados anteriormente (paragrafação, pontuação básica, coesão e coerência);
- Leitura compartilhada das produções feitas em duplas;
- Os textos serão afixados no mural da sala de aula.

 Módulo 4

Avaliação
O professor traz para a sala de aula um texto narrativo, para que os alunos o comparem com a crônica e aponte semelhanças e diferenças entre os gêneros.

Sandra Souza

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Compartilhando - sugestão para trabalhar o texto Pausa, de Moacyr Scliar


SEQUÊNCIA DIDÁTICA DE LEITURA
Público alvo:  8ª série
Tempo:   02 a 03 aulas
Materiais:   Cópias do texto “Pausa” de Moacyr Scliar, dicionários fichas de leitura.
Eixos de aprendizagem:   leitura, oralidade e escrita

 Curso Melhor Gestão, Melhor Ensino
SEQUÊNCIA DIDÁTICA COM FOCO NA LEITURA

Esta sequência foi pensada e elaborada durante etapa presencial do Curso Melhor Gestão, Melhor Ensino na diretoria de Diadema no dia 14/05/2013.
No decorrer dos módulos no ambiente virtual, houve mudança no agrupamento. A sequência foi retomada e adaptada com a ciência de todas as participantes do grupo.
A.      Antes da leitura
Antes de apresentar o texto para que os alunos leiam, deve ser feita estimulação dos mesmos e o acionamento de seus conhecimentos de mundo. É momento de antecipação do que está por vir. Informe à classe que eles lerão um texto cujo título é “Pausa”. A partir daí levante hipóteses sobre o que poderão encontrar na leitura através das seguintes questões:
1.      Qual o significado da palavra pausa?
(Registrar os significados. Espera-se uma variedade de respostas: intervalo, parada, descanso...)
2.      Que tipo de texto teria como título a palavra pausa?
(Aqui aos alunos devem indicar algumas características quanto aos gêneros textuais possíveis)
3.      O que seria abordado em um texto cujo  título é “Pausa”?
 ( Fazer o registro das hipóteses. )

B.      Durante a leitura

Antes de distribuir os textos, iniciar a leitura do texto até o  parágrafo. Checar, então, e reformular as hipóteses conforme os alunos forem falando.
Pretende-se aqui aguçar a curiosidade e o imaginário do aluno para os rumos possíveis da narrativa. Pode-se buscar indício para esses rumos a partir de trechos significativos do texto ( a forma como a mulher é apresentada ao leitor, o fato de o marido sair todos os domingos de manhã e voltar só à noite....).
Checadas e refeitas as hipóteses, observados os indícios, distribuir o texto para que os alunos continuem individualmente a leitura.

C.      Levantamento de palavras

Após a leitura, listar com os alunos, para que pesquisem no dicionário as
 Palavras de uso incomum no cotidiano. E reler o texto par os alunos com entonação diferenciada, acentuando a voz em  momentos específicos do texto ( a chegada ao hotel, ao passar pelas mulheres, o sonho, o despertar, a conversa com o recepcionista do hotel).

D.     Conversando sobre o texto

Como etapa final das estratégias de leitura, sugere-se uma roda de conversa a
 Partir  das seguintes questões:

     1.      Em algum momento da leitura pode- se pensar  que há traição na história? Recupere esse momento no texto.

                 2.      Como você caracterizaria a mulher a partir das informações do narrador? E o         
              homem?

                 3.       Como você analisa a situação desse casal?

                 4.      O que o homem estaria  fazendo de fato?

                 5.       Que atitude ele deveria tomar em relação a essa situação?

E.      Registro das leituras e impressões

              Nesse momento é importante discutir com os alunos as estratégias de leitura que foram usadas, os caminhos de leitura percorridos e as habilidades em jogo. É interessante registrar as aprendizagens dos alunos através de fichas individuais em que eles possam anotar seu percurso de leitura e sua maneira de interpretar o texto a partir das suas percepções e  das intervenções professora. E que perceba que essas são estratégias que desenvolvem a capacidade leitora e também escritora, pois ativam conhecimentos que já possuam e agregam novos conhecimentos sobre o gênero textual, o tema e o estilo de produção do autor.
 As informações aqui obtidas, bem como o registro durante o desenvolvimento da sequência, servirão para a avaliação (anterior, ao longo e no fim do processo).

Sequência elaborada inicialmente por: Carmen, Célia, Edna, Eliane, Leonor, e Márcia.
 Grupo 03, Turma 02, DE Diadema.
Adaptações: Carmen Silvia Ramos de Miranda