Artigo de Opinião
Tema: Meio Ambiente, Salvar o Planeta
Antes de querer salvar, temos de nos conscientizar
Salvar o planeta? Sim, todos queremos. E para resolver isso, simplesmente
precisamos diminuir a queima de combustíveis fósseis, parar com o funcionamento
de algumas fábricas, reciclar o lixo, dentre tantas outras soluções.
Mas falar é fácil, o problema verdadeiro é como fazer isso. Tudo seria mais
fácil se as pessoas se conscientizassem. Medidas vêm sendo tomadas para conter a
poluição, mas sem a ajuda da população, que é o fator mais importante, fica muito
mais complicado.
Num mundo onde as pessoas escolhem o dinheiro em vez do meio ambiente, a
situação fica cada vez mais difícil. Entre fechar uma de suas fábricas para ajudar a
natureza e mantê-la para conseguir mais poder, todos preferem continuar com suas
indústrias.
Então, todos nós temos de nos empenhar e ajudar, depois sim, pensarmos em
salvar o planeta. Sozinhos nunca conseguiremos, juntos, quem sabe, portanto, a união
pode ser a verdadeira chave para a solução dos nossos problemas. E é bom não
demorar, pois quanto mais cedo agirmos, maiores serão as chances de revertermos
essa situação.
Aluno: Andrei Balbo nº 39
Disponível em: http://www.snvalbericosilva.seed.pr.gov.br/redeescola/escolas/20/2390/282/arquivos/File/PDE/Andrey%20Balbo.pdf
Este espaço é dedicado ao estudos gramaticais, literários e linguísticos em sua conexão com o mundo empírico. Bem vindos amigos.... welcome friends....
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Artigo de opinião
A importância das novas
tecnologias como ferramenta ancilar à prática educativa docente
As novas tecnologias são uma realidade indubitável hoje no nosso mundo globalizado, elas estão em nossa realidade diária e são produtos de pesquisas acadêmicas e cientificas nas grandes universidades ao redor do globo. Não podemos mais negar a realidade da influência das novas tecnologias no trabalho, nas relações sociais, na educação de nossos filhos e nos meios de comunicação. Hoje convivemos com a multimídia, com a internet, com a televisão digital, com as enciclopédias virtuais, com as redes sociais, com a robótica e com o que chamamos de aldeia global por causa das novas tecnologias de informação. Dentro desta realidade cibernética, fazemos a seguinte pergunta: como as novas tecnologias da informação podem nos auxiliar na formação de nossos educandos em um mundo globalizado?
Os Parâmetros Curriculares
Nacionais propõem os quatro pilares para a educação do futuro: aprender a
conhecer, aprender a ser, aprender a fazer e aprender a conviver – dentro
destes quatro pilares temos a oportunidade de usar as novas tecnologias como
auxiliar ao ensino e aprendizagem de nossos educandos numa mediação continua de
conhecimentos. É realidade que tudo se moderniza; as relações bancárias, as
relações familiares, os novos conceitos de famílias, a mídia em geral, mas a
instituição escola parece ainda estar nos postulados de uma educação antiga
idealizada no século dezenove e que ainda se atém ao uso do giz e da lousa como
instrumento auxiliar a educação de nossos jovens. É importante quebrar
paradigmas neste processo, é necessário entender que devemos, nós, educadores,
gestão e alunos estarmos abertos aos novos instrumentos educativos e
tecnológicos que servem como ferramentas para inserir-nos no novo mundo que se
abre no início do século XXI. Baseado nos pilares da educação, devemos aprender
a aprender, que significa um “savoir-faire”, ou seja, um saber fazer; e as
novas tecnologias podem e muito instrumentalizar os educandos a aprender a
conhecer de forma divertida inserindo o estudante no mundo das novas
tecnologias – o mundo da informação. Assim, os educadores devem se familiarizar
com as novas tecnologias uma vez que muitos dos nossos alunos estão se
familiarizando mais rapidamente com o novo, com as novas tecnologias, muitas
vezes sabendo mais do que os professores sobre os softwares, os programas
digitais e os instrumentos presentes nas mais variadas formas de novas
tecnologias.
Em um ambiente escolar como as
escolas estaduais paulistas, temos a oportunidade, através do ambiente de sala
de aula chamado “Acessa escola”, de aprender a aprender usando as novas
tecnologias de informação. O ambiente “Acessa Escola” é lugar privilegiado de
aprendizagem de novas tecnologias, de encontro pessoal do professor e do
educando com os mais variados textos, vídeos e hipertextos. Neste ambiente de
acesso a internet, o professor e os alunos podem, em conjunto, saírem do
ambiente tradicional da sala constituído somente do giz, da lousa e das
cadeiras e podem explorar juntos os mais variados recursos da internet e das
tecnologias de comunicação. Deve, o professor que não está habituado a estas
novas tecnologias, quebrar seus próprios paradigmas herdados muitas vezes de
uma educação tradicional e vertical proveniente da academia e deve ele, o
professor, se inserir neste mundo de informação horizontal, muitas vezes não
acadêmico, mas dinâmico ensinando o educando a filtrar as informações presentes
no mundo virtual. É necessário ressaltar que o mundo virtual não produz
conhecimento, na verdade, o mundo virtual, a internet como um todo, nos facilita
o acesso às mais variadas informações verídicas ou não; logo, a internet não
produz conhecimento; este é produzido pela práxis educativa na mediação de
conhecimentos do aluno sendo o professor o mediador do conhecimento. O mesmo
conhecimento é um saber produzido pelos seres humanos, e a internet não tem
este poder de produzir conhecimento crítico. Assim, podemos dizer que as
tecnologias jamais substituirão o professor em seu papel de mediador e
indagador dos processos de produção de saberes adquiridos pela humanidade.
Concluindo, devemos valorizar o espaço “Acessa escola” como ambiente de pesquisa, de diálogo dos educandos com as novas tecnologias, de entretenimento através da pesquisa e acesso às redes sociais, pois a internet permite aos jovens e adolescentes o acesso aos diferentes relacionamentos constituindo um espaço tão importante para os adolescentes que veem no relacionamento com os seus pares um momento tão importante para o seus desenvolvimentos cognitivos, emocionais e afetivos. O “Acessa escola” pode ser um momento de aprendizagem para ambos – professores e alunos. A resistência do professor às novas tecnologias pode ser uma problemática que se coloca contra a oportunidade do uso de novas tecnologias pelos educandos. Fazer o professor e os alunos entenderem que as novas tecnologias são ferramentas auxiliares ao processo de ensino e aprendizagem, é um desafio da gestão, dos professores e da comunidade. O “Acessa escola” vem auxiliar no processo de ensino e aprendizagem dos educandos.
Cristiano Lima
Professor/Tradutor
Artigo de Opinião
Conferência do Meio Ambiente
As questões ambientais como processo de discussão entre pessoas, comunidades, sindicatos, universidades, países e instituições internacionais é uma premissa que não se faz ignorar. Com o advento do Renascimento, a expansão das grandes navegações, o estabelecimento do capitalismo, da modernidade e da pós-modernidade, faz-se necessária uma indagação – como nosso estilo de vida consumista e hedonista pode prejudicar o mundo em que vivemos? Vivemos em um mundo perigoso, um mundo onde se vive com as tensões entre o global e o local, o universal e o singular, a cultura e a modernização, o instantâneo e o durável, o espiritual e o material. Neste mundo cheio de quebras de paradigmas, temos nós a certeza indubitável de que os recursos naturais do nosso planeta não são eternos, pois os nossos recursos são a matéria prima de um planeta global, onde tudo é interligado de forma complexa e simples, onde nada está separado, onde vivemos em um espírito de interdependência com a raça humana nas suas mais variadas formas de expressão cultural e expressão humana. Entramos em um século perigoso, um tempo onde carecemos de paradigmas e exemplos, uma época onde a indústria armamentista é uma realidade, um tempo onde as guerras continuam, onde a humanidade tem o poder de acabar consigo mesma através do poderio atômico da guerra. As potências atuais como os Estados Unidos da América e Rússia convivem com um arsenal atômico preocupante. Com o fim da URSS, muitos armamentos de guerra ficaram nas mãos dos novos países criados ou foram comercializados com grupos terroristas ao redor do globo. A fome é outra problemática do mundo, pois vivemos em uma civilização onde cerca de um bilhão de pessoas vivem com a realidade de algum tipo de fome. Assim, a Conferência do Meio Ambiente tem papel importante na conscientização da realidade da fome no mundo.
A respeito da temática da fome,
temos a Escola Estadual Gregório Bezerra e seus nonos anos que se envolveram e
promoveram na Conferência do Meio Ambiente uma palestra sobre a fome no mundo e
o que podemos fazer para diminuir a situação da fome em nosso planeta. É
realidade certa que a humanidade passa algum tipo de fome, seja esta a fome
oculta ou a fome aberta. Fome oculta é o termo que se usa para determinar
quando uma pessoa come somente o básico necessário para sua subsistência
faltando a ele algum tipo de vitamina ou proteína provocando na pessoa o que é
chamado de subnutrição, ou seja, a pessoa não ingere os nutrientes diários necessários
para a sua sobrevivência. Fome aberta é o termo que se dá às catástrofes que
provocam em uma população a total ausência de alimentos, onde o indivíduo não
tem a possibilidade de se alimentar levando esta pessoa ao óbito – essa
situação de fome aberta ocorre muitas vezes em situações de guerras entre
países, catástrofes ambientais ou guerra civil. Os alunos dos nonos anos fizeram pesquisas
sobre essa problemática. Eles desenvolveram uma palestra de conscientização e
através da tecnologia apresentaram para os pais, mães, responsáveis e
comunidade, uma demonstração, através de slides, sobre o que é a fome no mundo
e suas consequências políticas nas nações. Os educandos aprenderam que a fome
não é uma questão fatídica, mas a mesma é um resultado da má distribuição dos
recursos alimentícios ao redor do mundo de forma igualitária para todos. Os
alunos viram onde a fome é mais endêmica, mais profunda e aprenderam de forma
consciente que o desperdício pode ser considerado um ato não ético no mundo
atual. A Conferência do Meio Ambiente, logo, tem papel profundo ao abranger
questões importantes que se atrelam às demandas ambientais: guerra,
desperdício, sustentabilidade e fome...
Com essa situação vivida em pleno
século XXI, faz se necessária uma educação que contemple a temática ambiental
em suas mais variadas nuances: uma educação voltada para a paz, voltada para a
valorização das culturas regionais, uma educação voltada para a valorização das
minorias, voltada para a sustentabilidade, voltada para a reflexão sobre o
papel da humanidade neste planeta chamado Terra. Assim, é necessário ressalvar
a importância da escola como espaço reflexivo das problemáticas ambientais, e a
Conferência do Meio-Ambiente tem real importância para uma prática reflexiva e
pragmática sobre as necessidades de mudanças no nosso estilo de vida
conscientizando-nos para uma melhor relação entre os seres humanos e o ambiente
natural onde esta mesma humanidade vive. A Conferência do Meio-Ambiente tem a
possibilidade de reunir docentes, estudantes, gestão e comunidade para
discussão profunda através de oficinas, palestras e reunião de grupos sobre os
problemas ambientais locais da comunidade e globais do nosso mundo; logo, esta
conferência é importante para a escola e para a comunidade.
Concluindo, devemos valorizar as
problemáticas ambientais como sendo nossa responsabilidade, de todos nós.
Devemos promover uma educação constante baseada na ação – reflexão – ação de
todos aqueles que pertencem à nossa comunidade ao longo de todo o ano letivo e
a Conferência do Meio-Ambiente deve ser o ápice de todo um trabalho de pesquisa
e estudos realizados ao longo do ano acadêmico. Só com um trabalho prático de
reflexão poderemos construir uma sociedade mais holística, menos hedonista,
onde os recursos naturais e a vida em suas mais variadas formas não sejam
olhadas mais como bens de consumo – onde a espécie humana seja uma espécie que
cuide do globo, pois este planeta é a nossa casa.
Cristiano Lima
Professor/Tradutor
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