quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Artigo de Opinião

Tema: Meio Ambiente, Salvar o Planeta

Antes de querer salvar, temos de nos conscientizar
Salvar o planeta? Sim, todos queremos. E para resolver isso, simplesmente
precisamos diminuir a queima de combustíveis fósseis, parar com o funcionamento
de algumas fábricas, reciclar o lixo, dentre tantas outras soluções.
Mas falar é fácil, o problema verdadeiro é como fazer isso. Tudo seria mais
fácil se as pessoas se conscientizassem. Medidas vêm sendo tomadas para conter a
poluição, mas sem a ajuda da população, que é o fator mais importante, fica muito
mais complicado.
Num mundo onde as pessoas escolhem o dinheiro em vez do meio ambiente, a
situação fica cada vez mais difícil. Entre fechar uma de suas fábricas para ajudar a
natureza e mantê-la para conseguir mais poder, todos preferem continuar com suas
indústrias.
Então, todos nós temos de nos empenhar e ajudar, depois sim, pensarmos em
salvar o planeta. Sozinhos nunca conseguiremos, juntos, quem sabe, portanto, a união
pode ser a verdadeira chave para a solução dos nossos problemas. E é bom não
demorar, pois quanto mais cedo agirmos, maiores serão as chances de revertermos
essa situação.

Aluno: Andrei Balbo nº 39

Disponível em: http://www.snvalbericosilva.seed.pr.gov.br/redeescola/escolas/20/2390/282/arquivos/File/PDE/Andrey%20Balbo.pdf

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Artigo de opinião


A importância das novas tecnologias como ferramenta ancilar à prática educativa docente


As novas tecnologias são uma realidade indubitável hoje no nosso mundo globalizado, elas estão em nossa realidade diária e são produtos de pesquisas acadêmicas e cientificas nas grandes universidades ao redor do globo. Não podemos mais negar a realidade da influência das novas tecnologias no trabalho, nas relações sociais, na educação de nossos filhos e nos meios de comunicação. Hoje convivemos com a multimídia, com a internet, com a televisão digital, com as enciclopédias virtuais, com as redes sociais, com a robótica e com o que chamamos de aldeia global por causa das novas tecnologias de informação. Dentro desta realidade cibernética, fazemos a seguinte pergunta: como as novas tecnologias da informação podem nos auxiliar na formação de nossos educandos em um mundo globalizado?

Os Parâmetros Curriculares Nacionais propõem os quatro pilares para a educação do futuro: aprender a conhecer, aprender a ser, aprender a fazer e aprender a conviver – dentro destes quatro pilares temos a oportunidade de usar as novas tecnologias como auxiliar ao ensino e aprendizagem de nossos educandos numa mediação continua de conhecimentos. É realidade que tudo se moderniza; as relações bancárias, as relações familiares, os novos conceitos de famílias, a mídia em geral, mas a instituição escola parece ainda estar nos postulados de uma educação antiga idealizada no século dezenove e que ainda se atém ao uso do giz e da lousa como instrumento auxiliar a educação de nossos jovens. É importante quebrar paradigmas neste processo, é necessário entender que devemos, nós, educadores, gestão e alunos estarmos abertos aos novos instrumentos educativos e tecnológicos que servem como ferramentas para inserir-nos no novo mundo que se abre no início do século XXI. Baseado nos pilares da educação, devemos aprender a aprender, que significa um “savoir-faire”, ou seja, um saber fazer; e as novas tecnologias podem e muito instrumentalizar os educandos a aprender a conhecer de forma divertida inserindo o estudante no mundo das novas tecnologias – o mundo da informação. Assim, os educadores devem se familiarizar com as novas tecnologias uma vez que muitos dos nossos alunos estão se familiarizando mais rapidamente com o novo, com as novas tecnologias, muitas vezes sabendo mais do que os professores sobre os softwares, os programas digitais e os instrumentos presentes nas mais variadas formas de novas tecnologias.
Em um ambiente escolar como as escolas estaduais paulistas, temos a oportunidade, através do ambiente de sala de aula chamado “Acessa escola”, de aprender a aprender usando as novas tecnologias de informação. O ambiente “Acessa Escola” é lugar privilegiado de aprendizagem de novas tecnologias, de encontro pessoal do professor e do educando com os mais variados textos, vídeos e hipertextos. Neste ambiente de acesso a internet, o professor e os alunos podem, em conjunto, saírem do ambiente tradicional da sala constituído somente do giz, da lousa e das cadeiras e podem explorar juntos os mais variados recursos da internet e das tecnologias de comunicação. Deve, o professor que não está habituado a estas novas tecnologias, quebrar seus próprios paradigmas herdados muitas vezes de uma educação tradicional e vertical proveniente da academia e deve ele, o professor, se inserir neste mundo de informação horizontal, muitas vezes não acadêmico, mas dinâmico ensinando o educando a filtrar as informações presentes no mundo virtual. É necessário ressaltar que o mundo virtual não produz conhecimento, na verdade, o mundo virtual, a internet como um todo, nos facilita o acesso às mais variadas informações verídicas ou não; logo, a internet não produz conhecimento; este é produzido pela práxis educativa na mediação de conhecimentos do aluno sendo o professor o mediador do conhecimento. O mesmo conhecimento é um saber produzido pelos seres humanos, e a internet não tem este poder de produzir conhecimento crítico. Assim, podemos dizer que as tecnologias jamais substituirão o professor em seu papel de mediador e indagador dos processos de produção de saberes adquiridos pela humanidade.

Concluindo, devemos valorizar o espaço “Acessa escola” como ambiente de pesquisa, de diálogo dos educandos com as novas tecnologias, de entretenimento através da pesquisa e acesso às redes sociais, pois a internet permite aos jovens e adolescentes o acesso aos diferentes relacionamentos constituindo um espaço tão importante para os adolescentes que veem no relacionamento com os seus pares um momento tão importante para o seus desenvolvimentos cognitivos, emocionais e afetivos. O “Acessa escola” pode ser um momento de aprendizagem para ambos – professores e alunos. A resistência do professor às novas tecnologias pode ser uma problemática que se coloca contra a oportunidade do uso de novas tecnologias pelos educandos. Fazer o professor e os alunos entenderem que as novas tecnologias são ferramentas auxiliares ao processo de ensino e aprendizagem, é um desafio da gestão, dos professores e da comunidade. O “Acessa escola” vem auxiliar no processo de ensino e aprendizagem dos educandos.     


Cristiano Lima
Professor/Tradutor

Artigo de Opinião


Conferência do Meio Ambiente


As questões ambientais como processo de discussão entre pessoas, comunidades, sindicatos, universidades, países e instituições internacionais é uma premissa que não se faz ignorar. Com o advento do Renascimento, a expansão das grandes navegações, o estabelecimento do capitalismo, da modernidade e da pós-modernidade, faz-se necessária uma indagação – como nosso estilo de vida consumista e hedonista pode prejudicar o mundo em que vivemos? Vivemos em um mundo perigoso, um mundo onde se vive com as tensões entre o global e o local, o universal e o singular, a cultura e a modernização, o instantâneo e o durável, o espiritual e o material. Neste mundo cheio de quebras de paradigmas, temos nós a certeza indubitável de que os recursos naturais do nosso planeta não são eternos, pois os nossos recursos são a matéria prima de um planeta global, onde tudo é interligado de forma complexa e simples, onde nada está separado, onde vivemos em um espírito de interdependência com a raça humana nas suas mais variadas formas de expressão cultural e expressão humana. Entramos em um século perigoso, um tempo onde carecemos de paradigmas e exemplos, uma época onde a indústria armamentista é uma realidade, um tempo onde as guerras continuam, onde a humanidade tem o poder de acabar consigo mesma através do poderio atômico da guerra. As potências atuais como os Estados Unidos da América e Rússia convivem com um arsenal atômico preocupante. Com o fim da URSS, muitos armamentos de guerra ficaram nas mãos dos novos países criados ou foram comercializados com grupos terroristas ao redor do globo. A fome é outra problemática do mundo, pois vivemos em uma civilização onde cerca de um bilhão de pessoas vivem com a realidade de algum tipo de fome. Assim, a Conferência do Meio Ambiente tem papel importante na conscientização da realidade da fome no mundo.

A respeito da temática da fome, temos a Escola Estadual Gregório Bezerra e seus nonos anos que se envolveram e promoveram na Conferência do Meio Ambiente uma palestra sobre a fome no mundo e o que podemos fazer para diminuir a situação da fome em nosso planeta. É realidade certa que a humanidade passa algum tipo de fome, seja esta a fome oculta ou a fome aberta. Fome oculta é o termo que se usa para determinar quando uma pessoa come somente o básico necessário para sua subsistência faltando a ele algum tipo de vitamina ou proteína provocando na pessoa o que é chamado de subnutrição, ou seja, a pessoa não ingere os nutrientes diários necessários para a sua sobrevivência. Fome aberta é o termo que se dá às catástrofes que provocam em uma população a total ausência de alimentos, onde o indivíduo não tem a possibilidade de se alimentar levando esta pessoa ao óbito – essa situação de fome aberta ocorre muitas vezes em situações de guerras entre países, catástrofes ambientais ou guerra civil. Os alunos dos nonos anos fizeram pesquisas sobre essa problemática. Eles desenvolveram uma palestra de conscientização e através da tecnologia apresentaram para os pais, mães, responsáveis e comunidade, uma demonstração, através de slides, sobre o que é a fome no mundo e suas consequências políticas nas nações. Os educandos aprenderam que a fome não é uma questão fatídica, mas a mesma é um resultado da má distribuição dos recursos alimentícios ao redor do mundo de forma igualitária para todos. Os alunos viram onde a fome é mais endêmica, mais profunda e aprenderam de forma consciente que o desperdício pode ser considerado um ato não ético no mundo atual. A Conferência do Meio Ambiente, logo, tem papel profundo ao abranger questões importantes que se atrelam às demandas ambientais: guerra, desperdício, sustentabilidade e fome...
Com essa situação vivida em pleno século XXI, faz se necessária uma educação que contemple a temática ambiental em suas mais variadas nuances: uma educação voltada para a paz, voltada para a valorização das culturas regionais, uma educação voltada para a valorização das minorias, voltada para a sustentabilidade, voltada para a reflexão sobre o papel da humanidade neste planeta chamado Terra. Assim, é necessário ressalvar a importância da escola como espaço reflexivo das problemáticas ambientais, e a Conferência do Meio-Ambiente tem real importância para uma prática reflexiva e pragmática sobre as necessidades de mudanças no nosso estilo de vida conscientizando-nos para uma melhor relação entre os seres humanos e o ambiente natural onde esta mesma humanidade vive. A Conferência do Meio-Ambiente tem a possibilidade de reunir docentes, estudantes, gestão e comunidade para discussão profunda através de oficinas, palestras e reunião de grupos sobre os problemas ambientais locais da comunidade e globais do nosso mundo; logo, esta conferência é importante para a escola e para a comunidade.

Concluindo, devemos valorizar as problemáticas ambientais como sendo nossa responsabilidade, de todos nós. Devemos promover uma educação constante baseada na ação – reflexão – ação de todos aqueles que pertencem à nossa comunidade ao longo de todo o ano letivo e a Conferência do Meio-Ambiente deve ser o ápice de todo um trabalho de pesquisa e estudos realizados ao longo do ano acadêmico. Só com um trabalho prático de reflexão poderemos construir uma sociedade mais holística, menos hedonista, onde os recursos naturais e a vida em suas mais variadas formas não sejam olhadas mais como bens de consumo – onde a espécie humana seja uma espécie que cuide do globo, pois este planeta é a nossa casa.   



Cristiano Lima
Professor/Tradutor